30.03.10

Pesquisa RSA Global com Consumidores revela que uma Seguranca mais rigida para Sites inspira mais Confianca na America Latina

Fonte: vu

A RSA anunciou os resultados da Pesquisa global do ano de 2010 sobre a segurança on-line do consumidor, na qual foram entrevistados mais de 4.500 consumidores abordando o conhecimento desses quanto a ameaças on-line, as preocupações com a segurança de suas informações pessoais on-line e o desejo por maior proteção de identidade. Mais de 950 entrevistados na América Latina participaram da pesquisa, representando Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru. Todos os entrevistados eram usuários ativos da Internet e, durante o mês anterior à pesquisa, 92% efetuaram uma transação bancária on-line, e 80% realizaram uma compra on-line.

Consumidores latino-americanos estão cientes das ameaças de phishing, mas relatam níveis maiores de ataques de phishing à medida que táticas de ataque tornam-se mais sofisticadas

Entre os consumidores da América Latina, 65% indicaram ter conhecimento dos ataques de phishing, percentual um pouco menor do que (76%) de todos os entrevistados. Eles também demonstraram um nível maior de preocupação com ataques de phishing do que outras regiões de todo mundo. Mais consumidores da América Latina (59%) declararam estar "muito preocupados" com a ameaça de phishing, comparados a 37% dos EUA e 29% da Europa.

Uma das descobertas mais significativas da pesquisa foi a porcentagem de consumidores na América Latina vítimas de ataques destinados de phishing, os quais são normalmente iniciados por e-mail. Em toda região, 31% afirmaram ter sido vítima de um ataque de phishing e, de todos os consumidores dos países da América Latina, o Brasil registrou as maiores taxas (41%), seguido pelo Peru (31%), México (30%), Chile (29%) e Colômbia (24%).

"Não é surpresa que cada vez mais consumidores estejam sendo vítimas de golpes de phishing. Esse aumento pode ser atribuído em parte por uma maior sofisticação dos criminosos on-line, que estão elaborando textos mais bem escritos e que têm habilidade para criar sites falsos, que parecem ser iguais aos originais, por exemplo de um banco ou de agências de notícias", afirma Roberto Regente, Jr., vice-presidente da região da América Latina. "Esses criminosos on-line têm também muito conhecimento sobre engenharia social e fazem os usuários vítimas com ataques preparados de phishing, que são lançados nos momentos das últimas notícias sobre celebridades populares, atletas profissionais ou eventos globais importantes. Nesses casos, as pessoas são atraídas para sites legítimos infectados com malware, os quais também são completamente falsos e projetados para se parecerem com o site original."



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