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20.03.09
McAfee: Continuidade de Negócios
Fonte: vu
Maturidade Corporativa" e "Continuidade de Negócios" foram temas muito discutidos pelas empresas especializadas em Segurança da Informação que participaram da conferência da IDC, na última terça-feira, 17/03. Daniel Molina, diretor de soluções corporativas avançadas para a área de Redes, Risco e Conformidade da McAfee ressaltou os motivos pelos quais a Segurança da Informação deixou de ser simplesmente a precaução para evitar vazamentos de dados nas redes corporativas para se tornar um componente de negócios fundamental.
Segundo o executivo, as organizações precisam, no mínimo, conhecer os vazamentos de dados ocorridos e/ou possíveis, onde eles ocorrem, seus conteúdos e o impacto que eles podem causar para a imagem e finanças da companhia. "Este seria o primeiro nível de maturidade em segurança de uma empresa para que, a partir daí, torne-se possível estruturar suas estratégias de proteção, beneficiando suas decisões comerciais", acrescenta. Ainda de acordo com Molina, os passos para se alcançar a Maturidade Corporativa em Segurança da Informação são: 1) Segurança Reativa, 2) Conformidade com as normas e regulamentações internacionais, 3) Segurança Proativa contra qualquer tipo de vulnerabilidade e 4) Otimização da infraestrutura de Segurança de acordo com o plano de continuidade dos negócios. Em recente pesquisa realizada pela McAfee, com 800 CIOs de 12 países, os entrevistados em países como Brasil, China e Índia investem em segurança um porcentual maior de seus orçamentos totais de TI, enquanto entrevistados da Alemanha, Japão, EUA e Reino Unido afirmaram despender proporcionalmente menos com a proteção de suas informações vitais. Trinta e cinco por cento das empresas indianas, 33% das chinesas e 27% das brasileiras informaram investimentos com segurança de 20% ou mais de seus orçamentos de TI. Molina destaca que a crise econômica e a consequente redução na força de trabalho das empresas também são fatores que impactam o crescimento das ameaças internas, aumentando ainda mais a urgência das companhias por intensificar a proteção de seus dados estratégicos e a necessidade de adotar tecnologias para controle de dispositivos móveis e criptografia como as desenvolvidas pela McAfee. "Empresas de todos os portes devem encarar a cibersegurança como um viabilizador de negócios em vez de um mero centro de custos que pode ser aparado sem um impacto óbvio sobre o resultado corporativo. Dessa forma, se preparam para alcançar de fato a maturidade de seus processos de Segurança da Informação", conclui Molina.
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