27.03.09

McAfee prevê "Tsunami" de Spam para Março

Fonte: vu

A McAfee analisou que a proporção de pico de volume de spam em março em relação ao volume médio deste tipo de mensagem no mês de fevereiro aumenta anualmente. Nos últimos anos, o mês de março apresentou o maior aumento no spam dos dois primeiros trimestres, com um crescimento de 10% a 15% nos volumes de spam em comparação com o mês de fevereiro no mesmo período. Em 2009, segundo a McAfee, o impacto sobre a infraestrutura de email das empresas pode ser ainda maior.

De acordo com o Relatório Mensal de Spam da McAfee, o volume de spam deverá crescer 20% em março. No mês passado, o "replica watch" ficou em primeiro lugar como spam natalino mais persistente, atingindo o pico de 20% do volume global de mensagens indesejadas.

"No mundo profissional, o spam é uma distração, e isto custa às empresas. Os volumes cada vez maiores de spam nos atingem como ondas, e algumas com proporções de "tsunami". Essas "tempestades" exigem vigilância e a transposição de barreiras para limitar as distrações que estas causam", ressalta Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Avert Labs.

Prejuízo causado às empresas
Segundo levantamentos da McAfee, o custo diário em perda de produtividade por usuário é de US$ 0,50 centavos de dólar, supondo que o usuário precise lidar com duas mensagens de spam por dia e que o filtro antisspam do usuário opere com precisão de 95%. No mês de março, isso corresponderia a 31 dias vezes US$ 0,50 centavos de dólar, totalizando US$ 15,50 dólares por usuário.

O aumento de 20% no tráfego de spam em março custaria mais US$ 3,10 dólares por usuário (US$ 15,50 dólares vezes 20%), enquanto o usuário lê e exclui o spam em vez de trabalhar. Em uma empresa com 1.000 usuários, isso custaria mais US$ 3.100 dólares apenas no mês de março, indicando que, neste mês, o gasto é equivalente (em dólares) a três vezes o número de usuários na empresa apenas com a leitura e análise do spam recebido.

Os custos de armazenamento também aumentam, pois as empresas mantêm os registros de spam para a eventualidade de uma auditoria geral. Dessa forma, os discos rígidos das corporações se sobrecarregam de dados sem utilidade. Para as pequenas empresas essa situação é ainda mais crítica já que a maioria delas não paga por kilobyte de largura de banda, nem se vê sob exigências de auditoria.



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