09.06.09

Pesquisa revela as sete armadilhas mais comuns na implementação de videoconferência de alta qualidade em redes corporativas

Fonte: vu

A Blue Coat anuncia que, segundo pesquisa de âmbito global que patrocinou, mais de 73 por cento das empresas estão preferindo trocar viagens pela utilização de videoconferência de alta qualidade. Os resultados são consistentes com um estudo conduzido pela Nemertes Research em 2008, segundo o qual mais de 75 por cento dos executivos de TI ouvidos usavam ou planejavam usar uma sala de videoconferência, e mais de 50 por cento usavam ou planejavam usar a videoconferência em desktops. Paralelamente, os funcionários da Blue Coat em contato com o mercado notavam uma série de erros normalmente cometidos na tentativa de se utilizar a videoconferência de alta qualidade por meio das redes existentes nas empresas. Assim, a Blue Coat elaborou uma lista com os sete erros mais frequentes.

"Os executivos de TI afirmam que os sistemas de videoconferência têm sido ainda pouco utilizados em função do custo, da má qualidade de vídeo e da complexidade do sistema", disse Irwin Lazar, vice-presidente da Nemertes Research. "Hoje, menores custos, melhor qualidade, maior facilidade de utilização e a necessidade de reduzir despesas com viagens estão criando o perfeito ambiente para o aumento da demanda por videoconferência."
 
Na videoconferência, a imagem precisa ser perfeita


Em vez de utilizar linhas dedicadas para a videoconferência, a maioria das empresas tende a utilizar os links das redes WAN de que já dispõem, buscando maior flexibilidade e minimização de custos. Entretanto, sem a devida visibilidade das aplicações trafegando na rede e sem os meios adequados para uma boa qualidade das sessões de videoconferência, as empresas enfrentarão problemas capazes de comprometer suas vantagens.
 
Os problemas mais comuns são:

-- Congelamento do vídeo - o vídeo para, enquanto o áudio pode ou não continuar
-- Falta de sincronização - vídeo atrasado em relação ao áudio
-- Partes do vídeo são cobertas por blocos escuros, que não fazem parte da imagem.
 
"Embora a alta qualidade da videoconferência possa realmente dar a impressão de uma reunião presencial, esses sistemas representam uma demanda extra para o desempenho de uma rede que precisa servir a múltiplas funções", diz Bethany Mayer, vice-presidente sênior de marketing global da Blue Coat Systems. "A qualidade da experiência do usuário é essencial para a adoção e para o uso continuado da videoconferência. Nesse caso, não há complacência: a qualidade tem que ser quase perfeita. E isso só se consegue por meio de uma combinação da visibilidade da aplicação e de um estrito controle da qualidade do serviço."
 
Sete erros a evitar


A partir da avaliação de implementações imperfeitas de videoconferência em todo o mundo, a Blue Coat chegou a uma lista dos sete pontos em que as empresas normalmente falham:
 
1. Avaliação - avaliação inadequada quanto à capacidade da rede para a videoconferência;
2. Provisionamento da largura de banda - não se prevê largura de banda necessária para as sessões de videoconferência;
3. Monitoração proativa - a empresa não é proativa na monitoração das sessões de videoconferência;
4. Solução de problemas - falta capacidade para solucionar problemas que surjam em uma sessão de videoconferência;
5. Configuração da sessão - falta largura de banda para as operações de configuração, o que ocasiona atrasos ao se iniciar uma sessão de videoconferência;
6. Limitações da infra-estrutura existente - aqui, o erro consiste em se pensar, sem maiores análises, que a infraestrutura de rede existente facilmente transmitirá vídeos com a qualidade desejada;
7. Interferência em outras aplicações - a gestão inadequada da videoconferência, resultando em uso excessivo de banda de rede, impede que outras aplicações trafeguem normalmente.
 
Muitas das implementações de videoconferência de alta qualidade mostram que produtos como o appliance PacketShaper, da Blue Coat, podem garantir a qualidade de sessões de videoconferência, mantendo-se a qualidade das outras aplicações que trafegam simultaneamente pela mesma rede. Além disso, os aparelhos podem monitorar o desempenho das sessões de videoconferência, garantindo uma boa experiência para o usuário. O appliance PacketShaper pode ajustar parâmetros de rede se a qualidade de uma sessão de videoconferência estiver em risco. O PacketShaper conta com avançadas tecnologias de compressão, diminuindo a largura de banda necessária para uma sessão de videoconferência. Além de comprimir voz e imagem pelos codecs da videoconferência,  possui tecnologias de header compression e packet packing reduzindo a intensidade do tráfego associado à voz e à imagem.
 
Gerenciar e otimizar a utilização de vídeos na empresa

Além da videoconferência, as soluções da Blue Coat também gerenciam outros tipos de utilização de vídeos nas empresas. O appliance ProxySG da Blue Coat pode tornar mais fácil a tarefa de distribuir vídeos sob demanda para escritórios da empresa. Esse appliance armazena uma cópia do vídeo para cada localidade, a partir da primeira solicitação, possibilitando que depois disso todos os usuários se beneficiem de um acesso muito rápido. A rede WAN também ganha com isso, já que o vídeo trafega somente uma vez para cada escritório. Os vídeos podem, ainda, ser distribuídos automaticamente à noite ou em momentos de menor uso da rede, chegando a cada escritório antes mesmo que um usuário o solicite.
 
O appliance ProxySG  também facilita a transmissão de vídeos ao vivo pela rede WAN por meio de sua tecnologia stream-splitting, além de prover caching inteligente para vídeos sob demanda, muito utilizados em treinamento. No caso do vídeo ao vivo, cada escritório recebe um único stream de vídeo, que, a partir do appliance ProxySG ali localizado, é enviado para os usuários locais que o solicitem. Dessa forma, um único streaming de vídeo para cada filial trafega na rede WAN, em vez de um streaming de vídeo para cada usuário. Para vídeos de treinamento ou propaganda, que normalmente não precisam ser transmitidos ao vivo, o ProxySG trabalha com caching sob demanda e CDN (Content Delivery Network), também utilizados para o tráfego de videoconferências gravadas.
 
O uso da videoconferência, de vídeos sob demanda para treinamento e da transmissão ao vivo de eventos tende a ser cada vez maior nas empresas, e as aplicações de vídeo precisam ser gerenciadas e monitoradas para que alcancem o nível de qualidade necessário e permitam o bom desempenho das demais aplicações que trafegam ao mesmo tempo na rede da empresa.



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